Alerta exclusivo sobre risco de colapso na Saúde integra produções de estudantes para a Veja Rio

Mais de 60 estudantes de Jornalismo, Publicidade e Cinema comemoram pelo menos uma vitória marcante neste sofrido 2020.  Em meio às privações da pandemia, fizeram dezenas de reportagens publicadas na Veja Rio. Orientadas por professores do Departamento de Comunicação, as publicações expressam a parceria firmada com a revista, que desde o início do ano voltou a circular, nos formatos online e impresso (mensal).

Com expansão prevista para o próximo ano, a iniciativa reforça a integração ao mercado e o estímulo à experimentação de linguagens e formatos. (Esta formação plural se refete no recém-lançado curso Estudos de Mídia, com ênfases em Cinema, Publicidade e Tecnologia, e uma grade de disciplinas flexivel e interligada.)  

Orientados pelos professores Alexandre Carauta, Luciana Brafman, Itala Maduel, Marília Martins e Felipe Gomberg, também coordenador-adjunto de Jornalismo, estudantes de diferentes disciplinas e períodos experimentam as competências e os desafios relacionados à elaboração de conteúdos para o ambiente digital. Vivenciam desde o planejamento, a pesquisa, a apuração das histórias e a produção e seleção de imagens até a redação e os ajustes editoriais necessários à publicação. Fora o aprendizado, mostram-se gratificados com a oportunidade de suas produções ganharem um reconhecido veículo de comunicação.

"A parceria rendeu ótimos resultados e se consolidou. Além de integrar a universidade e o mercado, a iniciativa é uma abertura à experimentação, à criação de novas formas de contar as histórias, enriquecidas nos meios digitais", ressalta a editora da Veja Rio, Fernanda Thedim, formada pela PUC-Rio.

As reportagens feitas por alunas e alunos de Comunicação podem ser lidas no endereço https://vejario.abril.com.br/puc-rio/. Algumas delas ficaram entre as mais lidas da revista, como a que aponta, em primeira mão, o risco de colapso do sistema de saúde alertado por estudo da Fundação Oswaldo Cruz; e a que reúne os primeiros lugares da cidade que idosos (entre eles, Gilberto Gil) desejavam reencontrar passada a quarentena; a entrevista com o coordenador de pesquisas da Fiocruz, Rivaldo Venâncio, entre outras. 

Cada reportagem consumiu aproximadmente três meses, desde a pauta e o roteiro até a redação e a edição. Além das dificuldades inerentes a uma produção dessas, como o acesso às fontes de informação, os estudantes superaram obstáculos decorrentes da pandemia, desde o acúmulo de tarefas em casa até as tensões inevitáveis da histórica crise sanitária.

O tratamento editorial das reportagens é feito pela editora da Veja Rio, Fernanda Thedim, ex-aluna de Comunicação da PUC-Rio, e a equipe composta também por outras ex-alunas, como Carolina Barbosa e Bruna Motta. De viés multimídia, as produções contribuem para pensar e melhorar a cidade, como agente de integração social, de efervescência cultural, de preservação ambiental, de inovação e crescimento econômico, de saúde e bem-estar, de vanguarda artística, de cultivo da memória coletiva etc.
A experiência laboratorial multimídia vai ao encontro das demandas narrativas impulsionadas com as transformações digitais, que mudam as formas de planejar, produzir, distribuir, promover e comercializar conteúdos informativos. Essas produções buscam explorar os novos trilhos narrativos e as novas oportunidades profissionais do cenário contemporâneo, numa conjugação de esforços multidisciplinares. A integração de saberes envolve não só a experimentação de linguagens e formatos reconfigurados pelas tecnologias digitais – nas instâncias jornalísticas, publicitárias, audiovisuais etc. –, mas também uma articulação dinâmica entre a academia e o mercado.
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