
Matheus Peçanha, Thaisa Cerveira, Clarissa Kede, Leonardo Edde e Luiza Maggessi (a partir da esquerda). Foto: Alícia Souza.
Uma mesa-redonda com agentes do audiovisual marcou o encerramento do IX Obitel Brasil no DCOM, no dia 26 de novembro. A conversa teve a participação da CPO da Play 9 Luiza Maggessi, Leonardo Edde, da RioFilme, Matheus Peçanha, da Associação dos Produtores Independentes (API), Clarissa Kede, do Globoplay, e Thaísa Cerveira, da TV Globo. No encontro, os convidados debateram sobre o papel dos agentes e a transformação, os desafios e as tendências do mercado. Os profissionais defenderam a articulação entre setor privado, a academia e o Estado para garantir inovação, diversidade e soberania cultural no audiovisual brasileiro.

Agentes e pesquisadores do Obitel no encerramento do Obitel. Foto: Alícia Souza.
Ao longo da discussão, os cinco participantes abordaram temas como a produção de novos formatos e a importância do fortalecimento de narrativas diversas para romper a “crise de criatividade” que afeta grandes veículos. Outros assuntos apresentados foram as poucas janelas de exibição para títulos nacionais, em especial as produções independentes, e a falta de financiamento contínuo para ficção seriada. Antes do início da discussão, a coordenadora nacional do Obitel, professora Maria Immacolata Vassallo de Lopes, anunciou o tema de pesquisa da Rede Brasileira de Pesquisadores da Ficção Televisiva para o próximo biênio: “Ficção Televisiva Brasileira: diversidade e cidadania na era do streaming”.
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