
Livro Branco sobre Inteligência Artificial aplicada ao Jornalismo: financiado pelo European Media and Information Fund.
A professora e pesquisadora Tatiana Dourado (PPGCOM/PUC-Rio) participou do primeiro estudo dedicado a avaliar o uso de Inteligência Artificial na mídia portuguesa. O projeto, coordenado pela Universidade Nova de Lisboa, contou com a colaboração de universidades portuguesas (Minho, Católica Portuguesa, Trás-os-Montes e Alto Douro, Beira Interior, Coimbra e Europeia) e as brasileiras Pontifícias Universidades Católicas do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul, com financiamento da Fundação Calouste Gulbenkian por meio do European Media and Information Fund.
A principal conclusão dos oito meses de estudo é que a maioria das redações portuguesas continua sem formação, políticas internas ou mecanismos de transparência para lidar com a Inteligência Artificial. Os resultados estão no Livro Branco sobre Inteligência Artificial aplicada ao Jornalismo, lançado na Fundação Calouste Gulbenkian no dia 15 de dezembro. O documento sugere ainda 10 medidas estruturantes para promover o uso responsável da IA nos media, que possa apoiar políticas públicas e estratégias editoriais para a integração da IA nas redações de forma ética, transparente e orientada ao interesse público.

